Aqui dois vídeos onde especialistas discutem o conceito de Antropoceno.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Uma nova era geológica em nosso planeta: o Antropoceno?
Segue o texto que serviu de base para a criação deste blog.
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Bibliografia
ARTAXO, Paulo. Uma nova era geológica em nosso planeta: o Antropoceno?. Revista USP, n. 103, p. 13-24, 2014.
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Bibliografia
ARTAXO, Paulo. Uma nova era geológica em nosso planeta: o Antropoceno?. Revista USP, n. 103, p. 13-24, 2014.
Introdução
As questões referentes às Mudanças Climáticas têm tomado as discussões de vários setores da sociedade com enfoques muito diferenciados, principalmente nos últimos anos. Isso se deve, especialmente, a gama de informações que nos chegam através dos mais variados canais de comunicação existentes na atualidade.
Paulo Artaxo, discute em seu artigo “Uma nova era geológica em nosso planeta: Antropoceno", nove parâmetros limitadores planetários que estão diretamente ligados às questões das Mudanças Climáticas que, na proposta apresentada, estariam provocando mudanças climáticas e geológicas no planeta que caracterizariam uma nova era geológica – o Antropoceno.
O conceito de Antropoceno foi criado em 1980 e popularizado, no início dos anos 2000, pelo prêmio Nobel de Química - Paul Crutzen que realiza estudos sobre o assunto.
O conceito de Antropoceno foi criado em 1980 e popularizado, no início dos anos 2000, pelo prêmio Nobel de Química - Paul Crutzen que realiza estudos sobre o assunto.
Os mais variados estudos sobre o clima, principalmente os relacionados ao Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima – IPCC, que desde 1998, vem realizando a compilação de dados pesquisados, indicam a intensificação das Mudanças Climáticas nas últimas décadas. Estas pesquisas apontam que a humanidade, tem uma forte influência nas alterações ambientais, principalmente a partir do século XX.
É um assunto que tem levado vários grupos a discutirem e produzirem trabalhos, tanto defendendo que às Mudanças Climáticas são fruto das ações humanas, quanto os que são contrários a esta tese e defendem que o planeta muda de forma espontânea.
Os grupos contrários a tese de que a exploração ambiental, para manter o sistema de produção vigente, afeta o planeta dizem que o homem pode sim continuar explorando os recursos naturais, de forma que isso não afeta em nada com relação as mudanças observadas no ambiente de forma global.
Os grupos contrários a tese de que a exploração ambiental, para manter o sistema de produção vigente, afeta o planeta dizem que o homem pode sim continuar explorando os recursos naturais, de forma que isso não afeta em nada com relação as mudanças observadas no ambiente de forma global.
O fato é que em várias partes do planeta, principalmente as populações mais pobres são as que mais tem sofrido com as alterações que estão ocorrendo nos mais variados biomas terrestres. Resta saber até quando o planeta irá suportar manter a humanidade.
Engajados em uma luta
constante para proteger o nosso planeta, de forma que as condições para a
manutenção da vida sejam preservadas, surgem vários grupos com trabalhos e
pesquisas das mais variadas e reconhecidas internacionalmente.
Um desses grupos e o
Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte – GPEA, ligado ao
Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE/UFMT que possui uma linha
de pesquisa sobre Mudanças Climáticas e os seus desdobramentos, como Justiça Ambiental. Racismo Ambiental, dentre outros
Imagens: Fonte: https://pixabay.com/
https://www.freepik.com/
Apresentação
Apresentação
Sou professor da Educação Básica Técnica e Tecnológica – EBTT no Instituto de Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Mato Grosso – IFMT, lotado no Campus Primavera do Leste. Tenho vinte anos de efetivo exercício na carreira docente, onde atuei nas redes Estadual, Municipal e hoje atuo na rede Federal.
Trabalhei na Secretaria de Estado de Educação – SEDUC/MT atuando na Superintendência de Diversidade – SUDE, na Coordenadoria da Educação de Jovens e Adultos – EJA, onde ocupei o cargo de Gerencia Curricular da Educação de Jovens e Adultos do Estado e também fui Coordenador Estadual do Fórum Permanente de Debates da Educação de Jovens e Adultos – FPDEJA/MT do estado por quatro anos.
No Mestrado, estou ligado a linha de pesquisa de Ensino de Biologia onde em minha dissertação quero abordar de que forma as questões relativas às Mudanças Climáticas são abordadas pela área das Ciências da Natureza em um contexto interdisciplinar.
Este Blog foi elaborado para tratar sobre um tema interessante, a meu ver, referente ao contexto sobre às causas das Mudanças Climáticas, como um requisito avaliativo da disciplina de "Tecnologias de Informação e Comunicação", do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais (PPGECN) da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT.
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